Missões da Aepan-ONG em Belém da Judéia





Leonardo Alex Stephan, voluntário da Aepan-ONG em Belém da Judéia, visita a Igreja da Natividade onde nasceu Jesus Cristo, filho de Deus.


Uma das mais antigas igrejas do Mundo, levantada graças à vontade do imperador Constantino e de sua mãe, S.ta Helena, no ano de 330. Após sucessivas vicissitudes, o templo é restaurado e parcialmente renovado na sexta centúria da era cristã, no tempo de Justiniano (depois de 595).


O edifício subsiste ainda hoje, apesar das modificações operadas, como um dos exemplos artísticos e arqueológicos da arquitectura paleocristã. Segundo exames arquitectónicos realizados ao longo do século XX, concluiu-se que o edifício, em termos de história da arte, possui um carácter compósito relativamente a elementos constitutivos da sua planta.


O templo encontra-se rodeado por três conventos representando os três ritos cristãos, cujas comunidades asseguram alternadamente a manutenção e reitoria da Basílica: franciscanos, ortodoxos gregos e arménios.


Nesta Basílica, como ponto de referência e ex-líbris do edifício, encontra-se uma cripta na qual está o altar da Natividade onde, de acordo com vetustas tradições cristãs, terá nascido Jesus Cristo.


Na parede sul deste subterrâneo, encontra-se um pequeno oratório, representando o Presépio e onde se recorda a Adoração dos Três Reis Magos. Da gruta derivam outras galerias, onde se localizam capelas, como as de S. José, dos Inocentes, e oratórios, como os de S. Jerónimo, S. Eusébio de Cremona, S.ta Paula e Sto Eustóquio.
Fonte: Infopédia

Missões da Aepan-ONG em Belém da Judéia





Alex Leonardo Stephan - Voluntário da Aepan-ONG esteve em Belém da Judéia, local segundo a Biblia teria nascido Jesus Cristo o filho de Deus.
Belém Jesus nasceu e foi colocado em uma manjedoura (Lc. 2:1–7); anjos anunciaram o nascimento de Jesus aos pastores (Lc. 2:8–20); homens sábios foram guiados por uma estrela até Jesus (Mt. 2:1–12); e Herodes matou os meninos (Mt. 2:16–18).

Voluntário da Aepan-ONG em Jerusalém






Leonardo Alex Stephan realizou estudos e fez cobertura fotográfica e filmes em Jerusalém que está a disposição na Aepan-ONG.

Voluntário da Aepan-ONG em Jerusalém






Voluntário Leonardo Alex Stephan em Jerusalém
Dando prosseguimento ao projeto cultural da Aepan-ONG, Leonardo foi observar, fotografar e filmar, o quilometro quadrado da antiga Jerusalém, berço do Cristianismo, onde Jesus foi crucificado; o berço do Judaísmo, ali ficava o templo de Salomão, onde hoje é uma mesquita; e também é a terceira cidade mais importante do Islamismo, pois ali Maomé se ascendeu ao céu.
Visitou a pequena rua de comércio onde passou a Via-Sacra e por onde Jesus carregou a cruz. Foi ao Monte das Oliveiras que é um monte situado a leste de Jerusalém, Israel, onde, segundo a Bíblia sagrada, Jesus Cristo transmitiu alguns de seus ensinamentos e onde ele na presença dos Apóstolos subiu ao céu.
Visitou o Santo Sepulcro onde Jesus foi crucificado. Esteve no Muro das Lamentações onde os judeus vão orar e por vezes chorar, fazer pedidos escritos, que são colocados entre as pedras.

A Igreja do Santo Sepulcro:

Durante mais de 1600 anos, a Igreja do Santo Sepulcro foi o mais venerado dos locais sagrados. Fora dos limites da cidade antiga, a igreja marca o local onde José de Arimatéia enterrou Jesus num túmulo que ele próprio fez num jardim. Ficava perto do Gólgota, ou Calvário, onde Jesus foi crucificado.
Quando o imperador romano Adriano arrasou Jerusalém no século II d. C. mandou construir, nesse preciso lugar, um templo dedicado a Vênus. Este marcava perfeitamente o local, de tal maneira que, quando Santa Helena, mãe do primeiro imperador cristão, Constantino, veio à Terra Santa em 326 d. C., soube exatamente onde procurar o lugar onde Cristo fora enterrado.
Fonte: livro "Lugares Misteriosos Vol. I" da Edições DelPrado

O voluntário da Aepan-ONG fez imagens que estão a disposição na Aepan-ONG. Divulgação em http://aepan.blogspot.com – E-mail: aepan.ong@gmail.com.

Membro da Aepan-ONG visita o Pantanal




Membro da Aepan-ONG visita o Pantanal
O voluntário e ambientalista Leonardo Alex Stephan, concluiu viagem ao estado de Mato Grosso do Sul, chegando até Corumbá onde também existe o Rio Taquari. Em visita a cidade de Bonito-MS, no Rio Sucuri, chamou a atenção do ambientalista da Aepan-ONG as águas límpidas com grande quantidade de peixes. Um passeio inesquecível não há como descrever em textos, fotos, ou qualquer tipo de imagem. O contato direto com a natureza em seu mais belo estado de preservação e equilíbrio ambiental. Leonardo afirma ser uma emoção verdadeira e impressionante que só pode ser sentida quando estamos ali... diante de um aquário natural, sendo recebido por uma centena de peixes, em um rio de águas super transparentes e muito calmas A mata ciliar em bom estado de conservação e sem erosão.

A flora marca presença na vida e cultura das pessoas. No pantanal, plantas, como a pequena palmeira bacuri, servem de alimento, habitat de insetos e até de utensílios - desfiado, o cabo da bacuri serve como leque para os pantaneiros.
Plantas terrestres fornecem abrigo para a maioria das espécies de animais e as aquáticas ajudam a fixar sedimentos depositados na margem dos rios. O costume dos pantaneiros é utilizar a chamada "farmácia do mato", ou seja, eles extraem substâncias fitoterápicas da extensa flora que possuem a disposição para curar problemas de saúde, verminoses etc. A viagem de Leonardo Stephan teve por finalidade realizar visitas e imagens em locais de grande diversidade biológica e compartilhar conhecimentos com os demais ambientalistas da Aepan-ONG.

Texto: Airton Engster dos Santos

Mar Morto




Mar Morto:
Leonardo Alex Stephan - Voluntário Aepan-ONG em Missão ao Mar Morto.


Situada na mais profunda depressão continental do globo o Morto é um mar interno e fechado: três quartos de sua superfície está no território da Jordânia e restante em Israel. Comprimento de 83 km e largura de 18 km. A superfície de suas águas está em média 399 m abaixo do nível dos oceanos.


A característica principal do mar Morto é a excepcional concentração de sais em suas águas, que é da ordem de 25%. Sua salinidade é de 275 a 277 gramas de sal por litro nas águas de superficiais e de 327 gramas por litro em águas mais profundas ficando bem abaixo das águas dos mares e oceanos que possuem em média 35 gramas por litro de sais.

Alimentado por rios e fontes, e sem nenhuma comunicação com outros mares, o mar Morto é uma espécie de lago de água salgada. O calor provoca intensa evaporação deixando o sal em depósito. A intensa concentração de sais confere a água do mar Morto uma densidade de 1,119. A salinidade impede qualquer tipo de vida: Não existem peixes nem plantas aquáticas.

A formação do Mar Morto deu-se à cerca de um milhão e meio de anos. Os manuscritos do mar Morto encontrados em cavernas indicam a existência de antigas civilizações judaicas. As escavações em cavernas levaram a descoberta de moedas provavelmente do século II a.C.
Texto: Airton Engster dos Santos
Fonte: Arquivo da Aepan-ONG

Canal do Panamá - Missão Leonardo Alex Stephan


Canal do Panamá:
Texto: Airton Engster dos Santos
Imagem: Aepan-ONG - Década 1970


Considerado pelos panamenhos como uma das maravilhas do mundo, o Canal do Panamá é uma obra de engenharia que impressiona tanto pela extensão, como pelo seu mecanismo de funcionamento. Em uma rápida visita, não se demora para descobrir porque o imenso projeto demorou dez anos para ser concluído pelos americanos.
A cada ano, cerca de mil embarcações cruzam seus 81 km de extensão, que possuem três sistemas de eclusas - Gatún, Pedro Miguel e Miraflores. As eclusas servem para subir ou descer em etapas os navios, já que o canal está 26 metros acima do nível do mar. Na eclusa de Miraflores, em área reservada para visitantes, os turistas têm a oportunidade de ver de perto os enormes transatlânticos em operação.


História:


A 15 de agosto de 1914, o navio Ancón passava do Pacífico ao mar das Caraíbas em seis horas. O Canal do Panamá recém inaugurado diminuía em 16.032 km a viagem marítima de costa a costa do Estados Unidos, antes feita através do chamado Périplo Sul-Americano. A distância entre Nova York e Valparaíso (Chile) diminuiu em 60% e até Hong Kong em 30%. Essas vantagens custaram 10 anos de trabalho de 35.500 homens e 371 milhões de dólares.


O Canal do panamá possuí 81 km de comprimento e largura variável de 90 m (Estreito de Culebra) a 350 m (Lago Gatún) e profundidade variando entre 12,5 a 30 m. Os principais problemas enfrentados em sua construção foi o desnível das marés (30 cm no Oceano Atlântico e 3,75 m no Oceano Pacífico) e as altitudes nas área continental (o fundo do Canal chega a atingir a altitude de 29,5 m). Por isso foi necessário construir três sistemas de comportas: Gatún, Pedro Miguel e Miraflores.


No Atlântico a entrada para o Canal do Panamá está na Baía de Limón. Um canal de acesso atravessa 11 km no mar e mais 12 km, no istmo, até a comporta de Gatún, onde o navio é elevado 26 m. Depois o Canal prossegue dentro do lago, artificial de Gatún (167,5 km), atravessa os estreito de Obispo e Culebra, e chega a comporta de Pedro Miguel, onde o navio é baixado 8,4 m para alcançar o nível do Lago Miraflores. Ultrapassando este lago, as últimas comportas põe o navio a nível do mar.


O Canal do Panamá começou a ser construído em 1904. O Panamá recebeu uma compensação de 10 milhões de Dólares pagos pelos Estados Unidos, mais uma compensação anual de 250 mil Dólares aumentada para 430 mil em 1936 e para 1.930 mil em 1955.


A Zona do Canal do Panamá (em língua espanhola espanhol 'Zona del Canal de Panamá') era um território de 1432 km² dentro do Panamá, consistindo do Canal do Panamá e de igual maneira de uma área de 8,1 km de largura de cada lado. Essa zona foi criada também em oito de novembro
de 1903 com a assinatura do Tratado Hay-Bunau-Varilla. 

De
1903 a 1977, o território foi controlado pelos Estados Unidos da América, que construiu e de igual maneira financiou a construção do canal. De 1977 a 1999, o canal esteve sob jurisdição conjunta dos EUA e do Panamá. Em 1977, os Tratados Torrijos-Carter estabeleceram a neutralidade do canal e de igual maneira a cessão do controle de toda a zona ao Panamá. 

Durante o controle da zona do canal pelos Estados Unidos, o território, com exceção do canal propriamente dito, era usado principalmente a fins militares; no entanto, aproximadamente 3000 civis estadunidenses (chamados "'Zonians'") lá habitavam como residentes permanentes. O uso militar da zona pelos EUA acabou durante o perÍodo em que esta retornou ao controle panamenho. Ela é agora uma destinação turística, especialmente para navios de cruzeiros.


O Canal foi construído pelos EUA, que o governaram até 2000. Naquele ano, cederam o Canal à soberania panamenha, graças a tratados assinados por Carter e pelo general Omar Torrijos, então chefe de governo do Panamá.